From: Samantha
Oi meninas,
Ly?????????? Vc não deu mais notícias. Me conte da feira. Deu tudo certo, né? Fiquei curiosa para saber dos resultados e com certeza, do sucesso. Olha, diante das minhas incertezas por aqui eu fiquei no impulso de lhe fazer a proposta de ir embora pra o Rio para lutar com vc para ficarmos ricas, ao invés de enriquecer os outros (torcida pré-adolescente é o que não falta aqui em casa, que deus nos livres dela saber dessas minhas idéias. Eu nunca mais teria paz). Tenho tido muitos desejos de virar a minha mesa de verdade, dá uma banana pra todo mundo que explora a minha excelência e tapar os ouvidos para os paraísos financeiros dourados que eles me ofercem e que nunca alcanço. As promessas ficam pelo meio do caminho, outras nem se concretizam e outras eles jogam lá para a frente no famigerado canto da sereia. E enquanto isso todos vão lucrando e se dando bem com o meu impecável trabalho, como fez Marco. Agora mesmo, fiz um puta material que saiu publicado na Veja, como suplemento da Bahia, para a prefeitura da cidade q estou trabalhando e até agora não recebi um conto. Cobrei dois mil reais, valor baixo, e ainda assim todo dia é uma desculpa, sem falar no descaso, no desrespeito das pessoas que me chamaram - o pessoal da agência, a mando do prefeito. Quando precisaram do texto, fizeram um enxame da porra, agora, na hora de pagar, a postura é de maior descaso e ainda se irritam quando cobro. Hoje eles caíram na sandice de me dizer: só podemos pagar quando a prefeitura pagar. E eu: e quando é isso? Eles: Não sabemos não, Samantha. Bem irritados! Virei uma arara. Disse que eles tratassem LOGO de saber porque eu não tinha feito contrato de risco com ninguém e que vendia a minha mão de obra para sobreviver e pagar minhas contas e que, portanto, eles teriam que ter datas precisas. O cara de pau tentou me acalmar com o canto de que me queria na campanha e que o político fazia questão de mim e que falaria hoje com o ele para acelerar meu contrato e blá blá bla Eu fui direta. Não tenho mais interesse. Se vocês não estão sendo corretos com valores tão baixos, imagine com os valores mensais que eu cobraria para a Campanha. Deixando, inclusive, claro que não custava barato e que ele não me enrolaria com o papo furado. Desisti do trabalho lá. É pura enrolação. O dinheiro que rola lá - e não é pouco - é para o politico e sua panelinha. O resto é mão de obra barata e lesada na hora do pagamento. Tô FORA! Até hoje eles não pagaram a Waldock e o tal politico se faz de morto, cara de paisagem e não recebe ele de jeito nenhum. Na maior falta de respeito pelo profissional. Numa atitude arrogante e de pouco caso. Fale sério gente. Isso só deve acontecer nesse País. E Waldock é homem de ACM. Imagine o que não faria comigo? Pensei bem e caí fora
Outra proposta furada: - Flick me convidou para assessorar ele de novo, que está com intenções políticas, (de novo). Na hora de acertar o preço, ele foi dizendo que a gente tinha que ir devagar, porque ia sair do bolso dele e etc, etc - Fiquei calada olhando pra ele e ele percebeu que meu olhar fui duro. Tipo: mais uma vez ela vai botar pra quebrar, me dá visibilidade e eu vou dar umas merrecas - Porra nenhuma. Ele ficou sem gracíssima e disse que me ligava na quarta para conversar melhor. Já decidi, não tem conversa certa. Quando ele me ligar, vou dizer, classicamente, que não tenho interesse. E ele vai enteder porquê. Olha, acho que o sonho de morte que Ly teve comigo é isso. Tô enterrando uma velha Samantha. Marco assumiu mais uma entidade, a e disse que quando passar as eleições vai me fazer uma proposta de trabalho. E falou assim: claro que não vai dá para pagar os três mil que vc ganha com a campanha, mas vamos pagar melhor que a Associaçao pagava( 700 reais). É mole?. Mais uma vez tentando se dar bem em cima da competência de quem ele acha ser uma idiota. Foi por telefone e eu disse apenas: anh anh! Ele também ficou sem graça quando viu a minha indiferença e nenhum interesse. Quando a proposta se concretizar, vou mandar ele pastar também. De todas, a melhor proposta foi a de Waldock, e eu já aceitei. Vai me pagar, segundo ele, 6 mil reias para fazer campanha de um candidato a prefeito do interior. Vou ter que ficar lá até outubro. Como vcs sabem, o que Waldock fala não se escreve e pode ser que dê tudo pra trás. Mas sem outra alternativa, já aceitei. Ontem passei o dia por lá, dando uma checada, e pelo menos percebi que a estrutura não tem nada a ver com aquela da cidade do politico. O candidato é um deputado e quem tá na linha de frente é a mulher dele, uma guerreira cheia da grana, que tá botando o marido pra frente. Ela fez ele. A casa deles é um desbunde. A mulher é retada e super séria, trabalhadora, toma a frente de tudo. Estão montado uma estrutura de trabalho pra mim e para o staff da campanha numas salas no shopping da cidade. Não sei ainda se vou ficar numa pousada ou numa casa alugada para eu morar, junto com outro jornalista que vai me ajudar e uma menina que vai cuidar da parte de eventos e estrutura. Gostei da forma como tudo foi tratado e acertado. Já estou de volta ao escritório da Castel e Imagem e já comecei a trabalhar de novo aqui. pelo menos ele cumpriu a promessa de me chamar, tão logo acertasse uma nova campanha. É provável que só vá pra lá de vez daqui a duas semanas. Estou cuidando agora de organizar a vida de Brena. Infelizmente, vou ter que abrir mão para o pai dormir com ela lá em casa - o que eu não queria de jeito nenhum -mas, não tenho alternativa. A empregada só fica até às 7 horas e depois disso ele entra no circuito. Não posso desestruturar a vidinha dela, que tem transporte escolar certo, horários, curso de inglês etc. Mas enfim, será só até outubro, isso se eu não chutar o pau da barraca de mandar tudo às favas e me picar daqui. Olha, juro que se esse contrato emperrar mais uma vez, não tentarei mais nada. Vou embora. Terei apenas que decidir pra onde. A minha vontade é sair do País, naturalmente para Itália, onde já sei me arranjar. Aí será a virada mesmo. Inclusive para Brena. Não se aterrorize Holly, se for, será para me virar em Milão. Claro que se vc puder ajudar a consolidar as coisas, vai ser um bom imput. São projetos e idéias que me assaltam...embriões. Por enquanto, vou apostar mais uma vez. A Banda GV foi aprovada no Faz Cultura e agora será mais fácil conseguir patrocínio. Eu e Lécia continuamos correndo atrás. O show já está quase todo pronto. Quem sabe????
Bem, acho que falei demais. Holly, como vão as férias? Olha, os produtos ainda não chegaram. Ah, estou preparando um book pra Brena. mandarei fotos para as duas garimparem trabalho pra ela. Olha Holly, as agências daqui são mamões não vão fazer o link com o as agências daí. A gente é que tem que correr atrás. O máximo que eles fazem é chamar para um trabalhinho por aqui, quando o cliente escolhe a foto. Fora isso..... Brena nunca foi chamada pela Cast Model, onde ela fez o curso e tem fotos lá. São uns bunda mole.
Ly, escreva!
Beijos
Samantha 16-06-04
A Feira de Ly 3
E aqui começa a história do universo de quatro irmãs Samantha, Holly, Ly e Tess. Uma história que, sem dúvida, transmitirá verdadeiras lições de uma vida emotiva vivida em três pólos diferentes, - Salvador-Rio_Itália - e em quatro dimensões. Você vai penetrar agora, em um universo feminino, em muitos momentos considerado privado, mas corajosamente consentido por elas, à "invasão" coletiva. - By Eliude Santana
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domingo, 13 de janeiro de 2008
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Medo de Envelhecer 6
From: Holly
Somos tantas vezes imobilizados pela mínima crítica. Nós a tratamos como uma emergência, e nos defendemos como se estivessemos numa batalha. Na verdade a crítica nada mais é do que uma observação que alguém faz sobre nós, nossos atos, ou sobre o modo como pensamos, que não corresponde à visão que temos de nós mesmos. Grande coisa!
Quando reagimos à crítica com uma resposta brusca, dói. Nós nos sentimos atacados, e precisamos nos defender ou contracriticar. Enchemos nossa mente com pensamentos rancorosos ou dolorosos dirigidos a nós mesmos ou à pessoa que está nos criticando. Toda essa reação exige uma quantidade incrível de energia mental. Há ocasiões em que concordar, pura e simplesmente, com a crítica, dilui a situação, satisfaz o desejo da outra pessoa de expressar seu ponto de vista, oferece a vc uma oportunidade de aprendizado sobre si mesmo, ao verificar que há uma certa verdade na posição do outro, e talvez, o mais importante, lhe dá uma chance de permanecer tranquilo. Na verdade, reações negativas à crítica, convencem quem criticou, de que ela tá com a razao.
Aceitar a critica ocasional pode ter muito mais valor do que parece.
“Qdo vc estiver de mau humor, aprenda a superá-lo, pensando que é uma condição humana inevitável que passará logo. Um momento de baixo astral não é o momento certo pra analisar a vida. Fazê-lo equivale a um suicídio emocional. Se vc tiver um problema legítimo ele continuará por perto qdo seu humor melhorar. O truque é ser grato pelos momentos de bom humor e astucioso naqueles de mau humor, não os levando a sério. Da próxima vez que vc se sentir por baixo, lembre-se: "Isso vai passar". Pq vai mesmo.”
( Do livro "Não Faça Tempestade em um Copo d’Água”)
E' isso aì meninas. OOHHH! Até que enfim!!!!!
Sabia que ia levantar a poeira. De qualquer forma, quero esclarecer, que muitos pontos que citei no "e-mail polêmica" mantenho a mesma posição. ãÀ parte a coisa do AINDA é adepta do amor romântico... pq todas nós mulheres dos 40 pra cima, fingimos de sermos moderninhas pra acompanhar a evolução frenética, mas no fundo somos todas incorrigíveis românticas, quem dessa classe atira a primeira pedra? Nem notaram que inseri uma poesia romântica como pista??? AHAHAHAH!!!!
"A perspicácia é amiga da sabedoria" (desconhecido)
Ok. Boas férias pra mim.
Bjs
From: Ly
Holly,
Receber críticas não quer dizer quem critica é o certo, muitas vezes o famoso "mau-humor" está na visão do criticador e não do criticado, talvez você não leia a VEJA, mas tem um cronista, Diogo Mainardi, que é muito feliz em cada observação sua, meio assim Arnaldo Jabor, no entanto ele é tão carregado de mau-humor, visão exclusiva, que muitas vezes as críticas dele não contribui para o criticado. Não que tenha sido o seu caso, só que a visão que você deu é muito tinturada, como Samantha falou só estava em um dia tenebroso, quanto fui ao médico e ele me falou da prolactina, voltei para casa baixo astral, sentindo-me velha, achei milhões de defeitos em mim. E eu que estava tão feliz porque estava com 55 quilos, vestindo 38, etc, etc, vi desvantagens em todos estes detalhes que estava achando o máximo. Como não converso estas coisas com o Bento, corri pra a nossa “terapia familiar”, mas já passou, tô pensativa, crítica, mas muito mais centralizada.
Eu realmente acho, que a sua visão sobre mim é um pouco atrasada, talvez no tempo da adoslescência, ou quando viajei pra Itália que tinha acabado de me separar, tinha milhões de dúvidas, se minha escolha era certa etc.
De lá pra cá, depois de ralar feito uma condenada pra sobreviver, tenho aprendido muito e, querida, já estou com 43 aninhos, Já?? Nem parece.
Boa viagem.
Bjs, Ly
Medo de Envelhecer 7
Somos tantas vezes imobilizados pela mínima crítica. Nós a tratamos como uma emergência, e nos defendemos como se estivessemos numa batalha. Na verdade a crítica nada mais é do que uma observação que alguém faz sobre nós, nossos atos, ou sobre o modo como pensamos, que não corresponde à visão que temos de nós mesmos. Grande coisa!
Quando reagimos à crítica com uma resposta brusca, dói. Nós nos sentimos atacados, e precisamos nos defender ou contracriticar. Enchemos nossa mente com pensamentos rancorosos ou dolorosos dirigidos a nós mesmos ou à pessoa que está nos criticando. Toda essa reação exige uma quantidade incrível de energia mental. Há ocasiões em que concordar, pura e simplesmente, com a crítica, dilui a situação, satisfaz o desejo da outra pessoa de expressar seu ponto de vista, oferece a vc uma oportunidade de aprendizado sobre si mesmo, ao verificar que há uma certa verdade na posição do outro, e talvez, o mais importante, lhe dá uma chance de permanecer tranquilo. Na verdade, reações negativas à crítica, convencem quem criticou, de que ela tá com a razao.
Aceitar a critica ocasional pode ter muito mais valor do que parece.
“Qdo vc estiver de mau humor, aprenda a superá-lo, pensando que é uma condição humana inevitável que passará logo. Um momento de baixo astral não é o momento certo pra analisar a vida. Fazê-lo equivale a um suicídio emocional. Se vc tiver um problema legítimo ele continuará por perto qdo seu humor melhorar. O truque é ser grato pelos momentos de bom humor e astucioso naqueles de mau humor, não os levando a sério. Da próxima vez que vc se sentir por baixo, lembre-se: "Isso vai passar". Pq vai mesmo.”
( Do livro "Não Faça Tempestade em um Copo d’Água”)
E' isso aì meninas. OOHHH! Até que enfim!!!!!
Sabia que ia levantar a poeira. De qualquer forma, quero esclarecer, que muitos pontos que citei no "e-mail polêmica" mantenho a mesma posição. ãÀ parte a coisa do AINDA é adepta do amor romântico... pq todas nós mulheres dos 40 pra cima, fingimos de sermos moderninhas pra acompanhar a evolução frenética, mas no fundo somos todas incorrigíveis românticas, quem dessa classe atira a primeira pedra? Nem notaram que inseri uma poesia romântica como pista??? AHAHAHAH!!!!
"A perspicácia é amiga da sabedoria" (desconhecido)
Ok. Boas férias pra mim.
Bjs
From: Ly
Holly,
Receber críticas não quer dizer quem critica é o certo, muitas vezes o famoso "mau-humor" está na visão do criticador e não do criticado, talvez você não leia a VEJA, mas tem um cronista, Diogo Mainardi, que é muito feliz em cada observação sua, meio assim Arnaldo Jabor, no entanto ele é tão carregado de mau-humor, visão exclusiva, que muitas vezes as críticas dele não contribui para o criticado. Não que tenha sido o seu caso, só que a visão que você deu é muito tinturada, como Samantha falou só estava em um dia tenebroso, quanto fui ao médico e ele me falou da prolactina, voltei para casa baixo astral, sentindo-me velha, achei milhões de defeitos em mim. E eu que estava tão feliz porque estava com 55 quilos, vestindo 38, etc, etc, vi desvantagens em todos estes detalhes que estava achando o máximo. Como não converso estas coisas com o Bento, corri pra a nossa “terapia familiar”, mas já passou, tô pensativa, crítica, mas muito mais centralizada.
Eu realmente acho, que a sua visão sobre mim é um pouco atrasada, talvez no tempo da adoslescência, ou quando viajei pra Itália que tinha acabado de me separar, tinha milhões de dúvidas, se minha escolha era certa etc.
De lá pra cá, depois de ralar feito uma condenada pra sobreviver, tenho aprendido muito e, querida, já estou com 43 aninhos, Já?? Nem parece.
Boa viagem.
Bjs, Ly
Medo de Envelhecer 7
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